25 Junho 2009
Sobre a Honra inserida na Cultura comtemporânea
É a honra de fato sendo um auto amor desenvolvido é também frequentemente ligada a sentimentos de altruísmo em momentos que se abandona toda a lógica racional do dia a dia para um objetivo que transcende quaisquer prerrogativas individuais existenciais pré estabelecidas [leia-se Culture Label/detesto anglicismo mas ficou preciso pela interpretação dada pelo idioma].
Então fica meu conselho: antes de sair por aí lendo baixa literatura e auto-ajuda esperando milagres, leia boas coisas por mais tristes que sejam [leia-se enriquecer o vocabulário e a dinâmica do raciocínio com uma escrita que compartilha padrões mentais elevados] , e comece sendo útil para você mesmo de início.
...Comece agora mesmo lavando suas cuecas.
24 Junho 2009
Luana e o Escritor fantasma
A caminhada na avenida era um pedido do ortopedista devido à sua inflamação no joelho mais exatamente o tendão patelar. Numa quinta, com roupa de malhação, calça apertada e blusa branca e larga, na segunda volta alguém cutucou a pelas costas. Era Pedro seu ex, ele morava em outro bairro e estava passando por ali, que estranho.. Trocaram meia palavra "Oi como vai tudo bem?", se olharam com expressões de "te quero". Seguiram calados para o muro de um clube, ele a abraçou de um jeito " vem cá sua cachorra", eles se beijaram, acariciaram, e sem perceber já estava lá dentro. Passou um velho fazendo coopper e notando suas afobações ofegantes o corpo continuou a correr e o pescoço continuou pregado em direção a eles.
Ela chegou em casa todo suada, com uma dor imensa nas pernas por juncionar discrição com encaixe, útil ao agradável durante quarenta minutos sem se importar se alguém passasse olhando. Lembrou se da pergunta dele antes de se despedirem... "por quê não estamos mais juntos?"..
Ela chorou durante o banho e sabia que aquilo feito apesar de espetacular, era apenas um só momento de prazer sendo satisfeito, e no outro dia não teria um telefonema alegando saudades e querendo saber como ela estava. Mas Luana não se arrependeu.
[Felipe Galvan]
17 Abril 2009
Stop Motion de Grafite
MUTO a wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.
Stop motion mais sensacional que eu já vi.
Indicado por Cristiano Dollabela.
29 Março 2009
A Maior Brochada da minha Vida
Ela não tinha MSN e acabava de chegar ao Brasil algumas semanas, porém mantínhamos contato via telefone mesmo. Ela casou se muito jovem e demonstrou nos diálogos uma certa burrice emocional e uma “sugassanguinolenta” carência e necessidade de atenção. Ao longo do tempo fomos conversando, e eu tinha certo medo de encontrar mulheres que não conhecia, muitas loucas soltas por aí. Até que num domingo eu decidi e marquei de encontrar a tal moça interessante até tal ponto.
Vamos dizer que ela se chama Valéria pra eu preservar sua identidade, se eu reproduzir diálogos demais vou acabar inventando pra vocês, pois já faz mais de um ano o ocorrido.
Valéria me interessava com sua conversa, mas tinha uma auto estima horrível e broxante, mas de qualquer forma uma mulher acima dos trinta me deixa retorcendo de possíveis delícias desinibidas que podem acontecer, olhos nos olhos eu derretia enquanto tomávamos chopp eu ficava travado a todo tempo, fitando a boca que falava besteiras a todo tempo, o corpo dentro daquela roupa que não me lembro qual era, estava anestesiado. Ela me contou que estava apaixonada, e esse era um “homem” casado. Ele já havia ligado duas vezes, ela dizia que estava com um “amigo” e essa palavra me incomodava profundamente. Enquanto eu estava louco fumegante para tocar nem mais os lábios, mas cair em cima como um meteoro puxando logo aquela porra de alça da sua blusa que não lembro como era pois só via essa mulher nua de vulva inevitavelmente intumescida.
O telefone dela tocou novamente e o assunto é cortado, coisa que todos adoram que aconteça, claro que só ouvi o que ela falava:
-Oi meu bem.
-Estou na rua da Bahia com um amigo já te falei.
-Aonde, não sei onde fica direito é perto de sei lá. Onde fica isso? – Me perguntou.
-Augusto de Lima com Bahia – respondi.
-Com Augusto de Lima. Então você vem?
Eu comecei a gesticular com o dedo e mexer a boca com os olhos arregalados de praxe, dizendo:
-NÃO! NÃO! NÃO!.
Ela olhou espantada para trás, eu olhei enquanto gesticulava ele chegava. Eu não sabia onde enfiar o dedo de “NÃO!”. O idiota sorriu, ela levantou e beijou o idiota e ele fingiu que nada aconteceu, e pelo menos demonstrou educação, pois era um careca e alto de cargo público poderoso, pedante que se achava o bam bam bam, mais um idiota que infelizmente ingressou na carreira jurídica para satisfazer o próprio umbiEgo. Mas ele nos ofereceu mais um chopp, depois de terminar o copo me despedi sem olhar nos olhos de ninguém alegando passar mal. A garçonete nada entendeu, e eu fui atordoado pra casa, naquela bebedeira nojentamente limpa e anestesiada, morrendo de dor de tanta excitação que passei sem alívio.
27 Março 2009
Eu sei limpar a Bunda sozinho

Eu descobri que quase todos os meus amigos têm uma visão de mim do que não sou, será que sou marketeiro demais? Ou talvez não entendam minha forma de expressar e agir. Gosto de expressar pela vida, viver é a arte mais estilosa e prática que se existe. Daí minha verborragia hiperativa de algumas vezes usar uns pontos extrar de quociente de inteligência para cambiar os locais do cerébro mesmo que seja para escrever brainstorms de besteiras.
A maioria dos amigos que tenho são meio burros pra me entender, apesar de serem pessoas muito inteligentes são incapazes de abrir mão dos seus pontos de vistas por pura falta de coragem frente à minha pessoa já que detecto hipocrisia de maneira assídua e interessada de forma que eu tome conhecimento das razões e investigue fundo a fundo filosofando criteriosamente e concluido de maneira implacável, apesar de eu mesmo em público admitir o erro. O problema é realmente reconhecê lo ou até mesmo reconhecer a tempo de ainda se fazer necessário esclarecimentos de fato acabrunhado a outrem, apesar de que no fim a gente sempre ri, ou então vira carnaval mesmo, acho que a única coisa que não termina em sexo é casamento mesmo.
Mas que se fodam meus achismos, as certezas são que meus amigos não me levam a sério mas eu realmente os amo. E favor não confundir amigos e amigas com miguxos de adolescentes.
Eu precisava de desabafar, mas não quis dizer isso a nenhum amigo. Por quê será? Acho que estou deixando de leva los a sério e realmente subestimando as ideias que tinha das aparências adultas deles de antes.
Blues do Semi Deus

Ele sabe tudo e diz que a mãe não o ama
Nunca chorou na cama quente
Erudito de rodoviária, Intelectual de Fliperama
Nada o acabrunha nada ele sente
Você nunca haverá de senti la
Suas lágrimas curam o câncer
O Carcinoma da mentira
A vida fora do seu alcance
Como discípulo ele te trata
Conhece Rock Samba e Hemingway
Quer a felicidade numa bandeja de prata
Eu sei Eu sei Eu sei Eu sei.... [e essa pessoa na sala de jantar?]
Entre um trago e outro ele foge do mundo
Abduzido por vampiros
E desculpas pra ser vagabundo
21 Março 2009
Quadro Coletivo
vídeo de um trabalho da minha sala na UEMG, o quadro coletivo.
O Cão está de chapéu preto lá.
25 Fevereiro 2009
Guignard, um grande homem dá nome a uma grande instituição
Eu curso Artes Plásticas na UEMG, é a estadual de Minas Gerais e muito prestigiada nesses cursos referentes a artes e design. Apenas esse ano que a também conceituada federal criou um curso de design gráfico e não temos como saber da qualidade. A escola de Música da UEMG sabe-se que em muitos instrumentos é bem superior à UFMG, já conheci pessoas que largaram o curso lá por não gostarem. Apesar de que soube que Percursão tem apenas uma vaga na Federal e é mais concorrido que a própria e lendária simbolizada pelo bastão de Hermes Trimegisto, o Curso de Ciências Médicas.
A Escola Guignard, como se denomina o campus de Artes da UEMG, se iniciou em 1943 quando Alberto da Veiga Guignard foi convidado por Juscelino Kubitschek, prefeito de Belo Horizonte na época, para dirigir a escola de Belas Artes que mais tarde veio a se fundir com a Escola de Arquitetura. Guignard era diferente nos seus métodos didáticos, chegando a deixar cinco letras no quadro e ir embora deixando seus alunos a criar e raciocinar profundamente naquilo que se fazia necessário, já que um aluno de qualquer arte nunca está ali forçado por ninguém, e sim por muito prazer de aprender. Essa metodologia sem muitas teorias que permitia o auto descobrimento satisfatório que quaisquer formas de trabalhos manuais de criação, da música à escultura nos gera a todo tempo. A mesma também causou controvérsias no meio artístico trazendo muitas dificuldades à escola por quererem fechá la a todo tempo. O prefeito que regia em 1948, Otacílio Negrão de Lima, tentou interromper o funcionamento da escola por meio de revogação das determinações jurídicas feitas por JK. Após isso Guignard e o restante da equipe se refugiaram no Instituto de Educação de MG continuando seus trabalhos por lá até 1950 quando a escola volta às suas atividades legalmente e é obrigada a se instalar no prédio do Palácio das Artes no qual se encontrava em obras ainda. O parque municipal sendo anexado ao palácio serviu de lugar a muitas aulas de Alberto Guignard, e até hoje as aulas referentes a matéria de Desenho de Paisagem são dadas lá nos sábados de manhã. Apesar de novamente regulamente junto aos orgãos públicos nesse ano, escola se encontrava em dificuldades pela precariedade, ausência de infra estrutura e recursos financeiros, porém mesmo nessa situação sairam dali grandes exposições e a continuidade das aulas era fluente. A escola formou grandes artistas como: Amilcar de Castro; Franz Weissman; Mário Silésio; Farnese de Andrade; Maria Helena Andrés; Mary Vieira e etc.Guignard nunca aceitou integrar a escola ao Sistema Nacional de Educação e a escola funciona dessa forma até hoje, fator que foi responsável por todas essas controvérsias até os dias atuais. Ele adestrava os alunos do jeito que ele somente sabe, não da forma que um secretário de educação formado para viver burocracias saberia. Após o falecimento de Guignard em 62, o grupo do Diretório Acadêmico mantém a administração interina da escola até que em 1973 é fundada a Escola Guignard que consuma de fato a institucionalização da mesma.
Na escola o curso não se chama Belas Artes como na federal e nas outras, chama-se Artes Plásticas, devido ao fato que o corpo acadêmico da instituição na sua maioria, considera que a para ser arte não precisa ser bela. Porém como já discutido o conceito de beleza em muitos ensaios como o de León Tolstói por exemplo, acabamos por voltar ao mesmo suposto paradoxo que torna algo como a revelação de vísceras uma coisa para muitos horripilante porém contendo a beleza da descoberta e dali muitos conhecimentos da própria vida.
Com orgulho faço parte de uma Autarquia de advento revolucionário com seus atos de sustentação pelo trabalho incessante e persistência em sua organização se mantendo firme e inabalável frente ao belo horizonte deixando a mensagem da bandeira de minas clara na sua história “LIBERTAS QUÆ SERA TAMEN” ou seja, liberdade ainda que tardia.
22 Fevereiro 2009
Feliz Ano Novo 26/02/2009 [o texto NÃO está atrasado.]

E já começa mal. Verão, férias e carnaval podem parecer uma baita combinação para a maioria, mas para mim é algo que precede a mesmice.
[Esse texto é da autoria de ***Janaína***. Participação especial, escreve para o saideiraeaconta.blogspot.com . E a gente faz um carnaval de fazer inveja em qualquer um.]
05 Fevereiro 2009
Não Fumantes, um problema para a Saúde.

Fumo há dez anos, um dos meus sonhos é parar pois estou empazinado, enojado, empanturrado, fatigado e enjoado dos tubinhos nicotinosos bastonetes cancerígenos. As pessoas acham que é fácil parar e alguns desses pobres idiotas não são tão ingênuos com a vida e ainda sim afirma com veemência que abandonar um vício é algo instantâneo. Por quê não deixaram de ser estúpidos até hoje então? Geralmente essa escória é o mesmo tipo de gente que acha que o criminoso deve apenas morrer, imagine esses sendo presidentes, seria um desastre maior ainda o Ministério da Educação.
Deparo sempre com perguntas e afirmações inoportunas quando descobrem que fumo:
1- -Você fuma?!?!
-sim.
-Credo menino, sabia que isso faz mal?
-Sério? Não sabia vou jogar isso fora, por quê não me avisou antes???
[jogue o cigarro fora para a mala não entender nada.]
2- -Você fuma?
-Não por quê da pergunta?
-Está com um cigarro na mão
-MEU DEUS NEM NOTEI!!! QUE HORROR!
3- Por quê não para de fumar?
-É fácil não é?
-É só ter força de vontade!
-Você está certo(a). E você ganha trinta mil por mês?
-Quem me dera.
-Fácil só ter força de vontade.
Fumar por anos e parar é tão difícil quanto passar em medicina na USP, qualquer um consegue, mas é uma luta do caralho pra chegar lá e leva mais tempo e esforço, é um fantasma que altera todo seu organismo e mente, enlouquecendo 25 horas por dia de abstinência que parecem mais com 72 horas sem tempo pra nada, apenas para um velho e reconfortante braseiro.
04 Fevereiro 2009
Não tenho dado conta
Não posso responder selos, a falta de tempo está sinistra ainda mais depois que comecei a postar para o blog de Humor saideiraeaconta.blogspot.com.
Não consigo no momento, obrigado pela consideração de todos aqueles que votaram em mim e voltem sempre que possível e impossível também.
Abraços.
12 Janeiro 2009
O Prato que comemos sempre é mais difícil de lavar
Conversava e tomava Brahma com uma amiga enquanto seu namorado dormia:
-Me defina.
[Ela continuava falando da vida dela]
-Entendo, percebi o que rolava.
[Ela continuava]
[Opinei de forma drástica]
-Me defina- Gole na Brahma.
-Você é difícil de definir... Quase impossível.- Gole na Brahma
Depois do gole na Brahma eu disse:
-Sou arrogante?
-É.. mas não é.
-Sou cafajeste?- gole na Brahma
-Mas é honesto ao mesmo tempo, é muito difícil, vou tentar.
-Não tente, faça!- gole na Brahma
-Você é e não é.- Enchi meu copo vazio.
{intrigante}... e sem espuma.
Estou lavando pratos e com vontade de mijar meu chá ferve, mas ainda passo detergente. Terapia para pensar, terapia para servir com o mais simples que posso oferecer, porém com um quê de hermético movimentador.
Por quê me forçam a estar de um lado?
Ser ou parasitar?
Fui mijar.
Acelerar ou Parar a Terra?
Quando fazemos vinte e três anos TEMOS que criticar os adolescentes, mas por quais motivos devemos rotular a tudo e todos e tomar posturas radicais na opinião que cedo ou tarde tornam se nossos comportamentos?
Ouvi esses dias alguns dizendo que o mundo é gay, e ouvi muitos tomando comportamentos machistas frente ao assunto, como se fosse preservar seus respectivos retos futuramente usando de tais comentários. ACHO ambos idiotas que deveriam estar [claro que não/nunca/jamais] no ramo da psicanálise com humildade o bastante pra se comoverem acerca de perguntas que não são bichos de sete cabeças, porém não têm as respostas fáceis como imaginam. Deveríamos mesmo privar a barata de andar na flor? Meu chá esfria. Eu bebo o chá, mato uma barata e bebo mais e coloco a vasilha suja na pia junto com a xícara, não vou escrever com a mão molhada.
São chatos os ativistas do greenpeace [greenpissin´me off], são nojentos os progressistas, são uma merda os Estadunidenses, são insuportáveis aqueles que não tomam coca-cola ou os camaradas do PC do B exaltados em discussões, são chatos os cristãos fervorosos, são chatos os ateus que se acham [quem se auto endeusa não é ateu, idiota!], são chatos os "metal", são chatos os pagodeiros.
ÉTICA/RELIGIÃO/BOA MÚSICA/SISTEMA POLÍTICO FUNCIONAL se discutem sim, mas
vocês são animais, e eu também. Mas o cão está longe de ser uma lombriga.
Enfim: Não torço pra time nenhum, ouço Cartola e depois ouço Pantera, não sou junkie, mas não sou "loki", bicho, mas eu prefiro as morenas, não estou sozinho no Mundo.
Ps: Se alguém gostar desse texto ele será automaticamente destruido.
Ps2: Se não entendeu meu auto-atestado de hipocrisia, guarde sua serotonina no bolso antes de opinar e opine, sua sugestão será encaminhada para o setor competente aos devidos fins.
[felipe galvan]
15 Dezembro 2008
O que elas deviam saber, mas não sabem...

1. Mulheres acham meio gay, homens magros que fazem dieta; [saúde hoje em dia é fundamental, se querem essa viadagem de barriga de tanquinho não julguem os meios para este fim.]
2. Mulheres odeiam ganhar lingerie de presente. Elas entendem como uma crítica às calcinhas de algodão;
3. Esconda suas revistas pornográficas. Para elas, é coisa de adolescente imaturo; [minhas amigas adoram ver minhas playboys, nunca vi mulher alguma que reclamasse disso.]
4. Se você tem um apelido carinhoso para seu pênis, por favor, nunca o revele; [pra mulheres com um pudor exagerado e doentio assim, você não deve nem revelar que tem um pênis]
5. Mulheres gostam de homem de boné, desde que esse homem tenha 14 anos; [sério? nunca deixei de ficar com nenhuma menina por causa de boné. Mulher de boné, na maioria das vezes que são bregas.]
6. Elas odeiam exibições em economês, jurisdiquês, mediquês ou quaisquer jargões profissionais. É pernóstico. [pra algumas pode ser sexy, inclusive jargões militares. Use uma farda então junto..]
7. É fato: mulheres odeiam rachar a conta num restaurante; [muitas já brigaram comigo porque eu quis pagar tudo.]
8. Mulheres bebadazinhas topam tudo; [dependendo da mulher, te acusaria de covardia no dia seguinte.]
9. Não deixe uma mulher sozinha em sua casa. Há 100% de probabilidade de ela mexer em todas as gavetas; [fato]
10. Toda mulher já pensou como seria transar com seu melhor amigo; [normal de todo ser humano.]
11. Mulheres perguntam seu sobrenome logo de cara para ver se combina com o delas e, por conseqüência, se ficaria bem num eventual filho de vocês; [ou para
saber se você vem de família rica? cuidado com as biscates interesseiras]
12. Nunca, nunca, nunca tente explicar uma traição com o argumento “Foi uma coisa sem importância”. Elas acham ainda pior terem sido traídas por algo “sem importância”; “Traição é traição, não tem que explicar, só piora”. [fato]
13. Nunca esteja mais perfumado que a mulher a seu lado; [e levar a culpa dos peidos dela vale?]
14. Mulheres gostam de ser elogiadas. Vale qualquer coisa: da cor do esmalte ao roteiro que ela escolheu para as férias; [válida]
15. Nunca use jóias. De nenhuma espécie. Colar, nem pensar. Anel, só aliança; [nossa, quem escreveu isso? deve estar na belle epóque, desculpe, sou oiapóque]
16. A não ser que ela seja uma atleta ou tenha menos de 18 anos, nunca proponha um acampamento no fim de semana. Acredite: elas preferem um motel de quinta
categoria a isso; [hahahaha, acho que forcei várias mulheres a acampar comigo certo? e também forço-as a me chamar de novo pra acampar direto, pois gostaram muito. conheço até mulheres de 40 anos pra cima que vão acampar e fazer trilha]
17. Mulheres adoram detalhar uma transa para as amigas. Então, se você tem um nome a zelar, preste atenção a seu desempenho; [mulher que fica contando quantas veias tem o pênis do parceiro em questão para as amigas perde pontos comigo]
18. Para elas, orelha não é uma zona erógena; [não sou idiota, e não faço expedições com minha língua em ouvidos, mas umas mordidinhas de leve claro q sim]
19. Elas classificam os homens em “para casar”, “para ser amigo” e “para sair”. Tal como eles fazem. [eu não o faço, e muitas não o fazem. isso é classificação de robô.. não mulher]
20. Cueca, só branca ou preta. Fuja das tanguinhas e daquele modelo igual a short de loira do Tchan. E sem nenhuma estampa. [justo, salvo se a estampa fazê-la rir.]
21. Não é por maldade que elas se depilam com seu barbeador. É que ele simplesmente está ali no boxe; [justo, por isso escondo meu Mach 3 kkk]
22. Se você não tiver alguma lembrança bonitinha, agradável sobre sua infância, invente. Elas não resistem. [hahaha não gosto de sustentar mentiras]
23. Mulheres gostam de ser surpreendidas por beijos. Sem que isso signifique ir para a cama depois de dois minutos. [não tenho quinze anos, nem sou caminhoneiro pra você me falar isso.]
24. Pare de ir à manicure imediatamente. Homem que faz a unha é considerado cafonérrimo. [hahaha ok, não está mais aqui quem foi.]
25. Você pode até achar ultrapassado. Mas flores são capazes de derreter um coração feminino. [justo]
26. Elas vão adorar seu carro se ele tiver um espelho no pára-sol do banco do carona. [justíssimo]
27. Crianças mentem sobre o dever de casa, homens sobre o desempenho sexual e mulheres sobre a quantidade de pares de sapatos em seu guarda-roupa. [tô cansado de saber. e mentem sobre o peso também... coisa que nós homens não ligamos a mínima.]
28. Mulheres fingem orgasmo. Quase sempre; [e eu finjo que acredito? hahaha. relação deve ser sincera do início ao fim.]
29. É inadmissível ser um desastre na cozinha. Nem que sua especialidade seja espaguete ao alho e óleo; [cozinha pra mim é lugar de conversar, beber e fumar.]
30. A maioria odeia marombados. Excesso de músculos cheira a falta de masculinidade; [masculinidade se prova na cama, e nos atos que a vida nos prova. AI!]
31. Mulheres não vêem problemas nos carecas, o que não quer dizer que é dos carecas que elas gostam mais;
32. Para elas, a careca de um homem pode ser explicada pela genética ou pelo destino. Barriga mole de chope não tem desculpa; [mas no início não dizia que era viadagem fazer dieta?]
33. Se for usar brinco, por favor, algo minúsculo, só notado por quem chegar bem perto. Mulher odeia estilo pirata.
34. Se quiser ter tatuagem, faça uma só. Mais do que isso, você pode ser confundido com um presidiário. [hahaha fico coberto de desenhos como um gibi, quem quiser goste de mim assim. E me desculpem sou muito style, ME PROCESSEM!! KKK Meu Deus, a mulher que escreveu isso é da UDN ou do DEM?]
35. Mulheres gostariam que seus amigos gays fossem héteros. [justo, se eles fossem, talvez elas não teriam nada com eles, e diriam que os vêm apenas como amigos/depois dessa broxada esses homem atentos e sensíveis às necessidades femininas se tornariam gays, daí elas iam passar a querer algo com eles.]
36. Até a Sharon Stone tem celulite. [não tenho essa viadagem zona sul de dizer que mulheres têm que ser como no Photoshop./Sharon Stone? Esse texto é realmente antigo o que explica o Conservadorismo.]
37. Luzes e tinta no cabelo são permitidas apenas para exemplares do sexo feminino.
38. Nunca peça para que elas escolham para onde vão no primeiro encontro. Elas gostam de ser levadas. “Concordo, se é primeiro encontro provavelmente ela vai dizer [não sei o que dizer. nunca na minha vida notei algo a respeito disso.]
39. Elas vão ao banheiro em dupla para falar bem dos homens e mal das mulheres. [estou calvo de ter ciência do fato. E para segurar a porta, quem escreveu isso não é mulher, pois eu to sabendo mais.]
40. Por mais que a mulher o ame, ela detesta ver você e seus amigos jogando pelada. [fique pelada então oras,BRINKS, mas então já que não gosta, irei pra sinuca.]
41. Mulheres gostam de telefone. É uma boa forma de tagarelar alegremente sem necessidade de se arrumar para sair. [justíssimo]
42. Mulheres odeiam homens que dirigem devagar, não bebem e não têm time. [foda-se, eu não tenho time, não dirijo, mas compenso bebendo mais]
43. Mulheres odeiam ser chefiadas por mulheres. [corrigindo: mulheres odeiam mulheres?]
44. Mulheres costumam se derreter quando percebem que um homem precisa de um colinho.
45. Mulheres adoram ser acariciadas entre os cabelos, sentindo seus dedos tocarem o couro cabeludo.
46. Mulheres esperam ser consoladas quando choram.
47. Mulheres acham que, se tomam a iniciativa, eles não têm o direito de dizer não. [mas cuidado, pois não é só homem que perde a noção, porém é tabu social um homem reclamar disso, pois será tachado de viado. Avisando a algumas moças pouco cuidadosas que elas não estão jogando videogame e sim mexendo com um ser cheio de terminações nervosas também.]
48. Elas amam “discutir a relação” porque é a partir disso que descobrem os defeitos e as fraquezas dos homens que estão a seu lado. [talvez. eu gosto pois procuro ser justo e resolver por diálogos embasando a relação na sinceridade.]
49. Elas odeiam restaurantes-rodízio, por quilo, self-service ou do tipo: “coma quanto agüentar”. [hahahha a maioria das namoradas que tive faziam pratos maiores que o meu na intimidade do lar. Eu cheguei até a pensar que namorava uma Jagunça.]
50. Se elas perguntam “Estou gorda?”, a resposta única, óbvia e esperada é: “Claro que não!” Nem pense em dizer outra coisa. [se estiver com 130kg, eu tenho um problema em sustentar mentiras.]
11 Dezembro 2008
Desfazendo Equívocos

Se você quer milagres, não procure o budismo. O supremo milagre para o budismo é você lavar seu prato depois de comer.
Se você quer curar seu corpo físico, não procure o budismo. O budismo só cura os males de sua mente: ignorância, cólera e desejos desenfreados.
Se você quiser arranjar emprego ou melhorar sua situação financeira, não procure o budismo. Você se decepcionará, pois ele vai lhe falar sobre desapego em relação aos bens materiais. Não confunda, porém, desapego com renúncia.
Se você quer poderes sobrenaturais, não procure o budismo. Para o budismo, o maior poder sobrenatural é o triunfo sobre o egoísmo.
Se você quer triunfar sobre seus inimigos, não procure o budismo. Para o budismo, o único triunfo que conta é o do homem sobre si mesmo.
Se você quer a vida eterna em um paraíso de delícias, não procure o budismo, pois ele matará seu ego aqui e agora.
Se você quer massagear seu ego com poder, fama, elogios e outras vantagens, não procure o budismo. A casa de Buda não é a casa da inflação dos egos.
Se você quer a proteção divina, não procure o budismo. Ele lhe ensinará que você só pode contar consigo mesmo.
Se você quer um caminho para Deus, não procure o budismo. Ele o lançará no vazio.
Se você quer alguém que perdoe suas falhas, deixando-o livre para errar de novo, não procure o budismo, pois ele lhe ensinará a implacável Lei de Causa e Efeito e a necessidade de uma autocrítica consciente e profunda.
Se você quer respostas cômodas e fáceis para suas indagações existenciais, não procure o budismo. Ele aumentará suas dúvidas.
Se você quer uma crença cega, não procure o budismo. Ele o ensinará a pensar com sua própria cabeça.
Se você é dos que acham que a verdade está nas escrituras, não procure o budismo. Ele lhe dirá que o papel é muito útil para limpar o lixo acumulado no intelecto.
Se você quer saber a verdade sobre os discos voadores ou sobre a civilização de Atlântida, não procure o budismo. Ele só revelará a verdade sobre você mesmo.
Se você quer se comunicar com espíritos, não procure o budismo. Ele só pode ensinar você a se comunicar com seu verdadeiro eu.
Se você quer conhecer suas encarnações passadas, não procure o budismo. Ele só pode lhe mostrar sua miséria presente.
Se você quer conhecer o futuro, não procure o budismo. Ele só vai lhe mandar prestar atenção a seus pés, enquanto você anda.
Se você quer ouvir palavras bonitas, não procure o budismo. Ele só tem o silêncio a lhe oferecer.
Se você quer ser sério e austero, não procure o budismo. Ele vai ensiná-lo a brincar e a se divertir.
Se você quer brincar e se divertir, não procure o budismo. Ele o ensinará a ser sério e austero.
Se você quer viver, não procure o budismo, pois ele o ensinará a morrer.
Se você quer morrer, não procure o budismo, pois ele o ensinará a viver.
e Cazuza complementa: Quem corre atrás chega em segundo.
Fonte: Saindo da Matrix.
04 Novembro 2008
Pac Man
hahahhhahahah
estou rindo Litros e vocês?
IUAHiUHAiuhAIUhIUHAiuHAIUh waka waka UHAihIAUHiUHIWAJWKAJWAJWHA
23 Outubro 2008
Renegades...
Não precisa de comentários né?... São Cães que souberam latir primeiramente sozinhos.
No Matter How They Try, They Can´t Stop us Now!
17 Outubro 2008
A Respeito de Uma Lista que veio não sei de onde[Revista Rolling Stone] nem sei Por Quê![falta do que fazer]
2.João Gilberto
3. Chico Buarque [Parnasianismo Cansativo]
4. Caetano Veloso [Se afoga narciso, compromisso é compromisso Avéc Elegánce esperteza tem hora]
5. Jorge Ben Jor
6. Roberto Carlos [Já tá pagando a Rede Globo pra fazer aquele especial de fim de carreira ano]
7. Noel Rosa [Perfeita Sua Posição]
8. Cartola [Gênio]
9. Tim Maia [Fantástico, um verdadeiro ícone e menos valorizado do que deveria.]
10. Gilberto Gil [E a Preta Gil? huehuehueh]
11. Dorival Caymmi [Muito mais poesia que Caetano.]
12. Pixinguinha
13. Luiz Gonzaga
14. Elis Regina [Rita Lee deveria estar nesse lugar e a Elis apesar da emoção ímpar que coloca em suas músicas deveria estar abaixo de Cássia Eller.]
15. Rita Lee
16. Chico Science [Brasilidade]
17. Paulinho da Viola [Mas não diga que o Samba acabou, Paulinho da Viola ainda vive.]
18. Vinícius de Moraes
19. Raul Seixas [Sem comentários, aliás, Toca Raul!]
20. Milton Nascimento
21. Arnaldo Baptista [Voltei atrás e concordo com a posição que ele se encontra. Sozinho ele é melhor que os Mutantes juntos.]
22. Maria Bethânia
23. Heitor Villa-Lobos
24. Rogério Duprat [não conheço, desculpem minha ignorância.]
25. Renato Russo
26. Baden Powell
27. Gal Costa
28. Mano Brown [Se não fossem alguns erros de português, e algumas forçadas na voz concordaria com sua posição. AMO pra caralho suas rimas, mas nascer na favela não justifica seus erros de gramática grotescos.]
29. Ary Barroso
30. Hermeto Pascoal
31. Ney Matogrosso
32. Tom Zé
33. João Donato
34. Cazuza [Seus Blues são o que mais me agrada.]
35. Carmem Miranda [E o Mickey, Pato Donald e o Pateta... mas o Zé Carioca fica pra trás né?]
36. Moacir Santos
37. Erasmo Carlos
38. Wilson Simonal
39. Nelson Cavaquinho
40. Cássia Eller [Tenho muitos problemas em classificar quem não compõe e apenas interpreta, mas é fato sua aptidão musical destacada. Merece um lugar melhor.]
41. Zé Ramalho
42. Itamar Assumpção
43. Marisa Monte
44. Nara Leão
45. Luiz Melodia
46. Lulu Santos
47. Max Cavalera [Deveríamos considerar todo o Sepultura.]
48. Adoniran Barbosa
49. Jackson do Pandeiro [Há quem se diga forrozeiro e não sabe filho de quem é.]
50. Marcos Valle
51. Clara Nunes
52. Sérgio Mendes
53. Mario Reis
54. Braguinha
55. Elizeth Cardoso
56. Edu Lobo
57. Moraes Moreira
58. Alceu Valença
59. Martinho da Vila [Cultura Brasileira de verdade mais uma vez pouco reconhecida.]
60. Nelson Gonçalves [Muito Justo.]
61. Maysa [Não comento]
62. Naná Vasconcelos
63. João Bosco
64. Lobão [UP]
65. Jacob do Bandolim
66. Eumir Deodato
67. Orlando Silva
68. Lupicínio Rodrigues [Deveria estar colocando CaRetano Gilberto e companhia LIMITADA no chinelo.]
69. Otília Amorim
70. Egberto Gismonti
71. Lô Borges
72. Marcelo Camelo [Rock "Cabeça"?... tô me sentindo muito bem com isso não.]
73. Marcelo D2 [Coitado, a procura da batida perfeita? Vira Barman!]
74. Odair José
75. Lanny Gordin
76. Johnny Alf
77. Dolores Duran
78. Jards Macalé
79. Arrigo Barnabé
80. Djavan
81. Lenine
82. Zeca Pagodinho [Alguns trabalhos geniais, outros cansativos.]
83. Herbert Vianna [Gosto muito, mas deveria ter plagiado menos e investido mais na criatividade.]
84. Rodrigo Amarante
85. Fred Zero Quatro
86. Lamartine Babo [Pelo pouco que conheço merece uma posição melhor.]
87. Radamés Gnatalli
88. Francisco Alves
89. Ismael Silva
90. Jamelão [Que voz é aquela? Dá impressão de ter uma armadura poderosa no lugar do tórax.]
91. Aracy de Almeida
92. Júlio Barroso
93. Guilherme Arantes
94. Marina Lima
95. Arnaldo Antunes [Aquele tipo meio Sub, me incomoda.]
96. Daniela Mercury
97. Pepeu Gomes
98. Edgard Scandurra [Grande Músico.]
99. Liminha
100. Dj Marlboro [Que Fumo!!!]
Renato Russo, fez por merecer, pois foi um grande Bolchevique visando o Socialismo do Amor. [pulta la mierda rs rs rs ]
52.Maria Layô Oba Oba Oba vai tomá no Cu Angélica, vc e a Globo UHauiHaiuHAIuhIUAHiUHA.
D2????????? sou mais o Black Alien e o BNegão... O D2 foi o único q virou som de patricinha que fuma maconha.
Daniela Mercury? Curto muito sua moral para o Camdomblé, Keto N´gola Jeje Nagô etc... Obrigado, vc mantinha a cultura Brazuca verdadeira, mas tocar numa Olimpiáda ou Copa do Mundo ñ tem nada a ver. Lembrei-me disso pelo texto do B! no Tele Tube.
Mas corrijo aqui por ela não ser presa apenas ao Axé e ter outros trabalhos, o que eu desconhecia e peço desculpas.
Dj Marlboro? Prefiro Holywood... até mesmo Derby
Faltou Raimundos, Zeca Baleiro, Fagner e Pato Fu nessa lista.
Esse cara não sabe de nada.
31 Agosto 2008
Mentes de Polução Noturna?
[texto antigo viu galera? repara não, se a merda parecer mais merda é pela "menas IUAHiuHAihuAH" experiência]
função soneca, acordar com essas palavras
já não é aquelas coisas
inclusive quando ve-mo-las cerca de 11 vezes por manhã
mecanicista que sou... olha só! quero meu café pronto
tem horas na vida, meu filho, em que chegarás a um certo ápice de irônia consigo mesmo.
tá vendo não consigo parar.
pela primeira vez na vida acordo com mulher ou sem ao meu lado e me esqueço do café
tudo bem... dou uma olhada na janela respiro um ar fresco
olhar a janela de manhã?! ar fresco?
porra, só tá faltando uma granola...
A, granola?
de quem é aquela.... g r a v a t a ali?
espero ter comido uma fã de avril lavigne, ou não
ops..
meu quarto tá com cheiro de bebê
não de beber?
um espelho nem quero ver...
fiz uma oração por que estava confuso
mas sei que meu eu de ontem não foi um sonho e eu era ateu
ou hoje seja um sonho...
... ou nunca mais vou ver meus amores... amores não, amores sim, só que aquelas putas não são minhas..
enquanto moças são ainda florezinhas... já brincamos de bem-me-quer.... com tuas pétalas
mas no final você sabe né? será sempre querida pelo mal
como uma pombagira casada com lúcifer
cadê minha vodka nessa geladeira?
cadê o cheiro de sexo do meu quarto?
quem estava usando aquela gravata?
agora foi feito tá feito... o que me resta senão ir à cozinha pra saber se esse ser pelo menos fez café?
NA LAJE DA ETERNIDADE DA PRONTIDAO DA LINGUA!
[texto antigo/testo amtiög oi rs comofas//?/?/?]
jardim 4 horas .... da manhã, iluminação de mercúrio.
Petalas de sangue despedaçando como nossas verdades ao vento me cobrindo com a noite de ébano.
Petalas gregas afugentam cismas tecnológicas, tomando de volta da mão dos designers tudo aquilo que construimos com as mãos no passado.
Aquilo que era amor, agora se chama saudade
que saudade
que doença
Escombros, da pele o perfume de um pessego.
da cintura orgânica, paixões que se apertam com a ponta de dedos sedentos... cedendo nesse perfume.
Nos rasga os braços criando asas.
A um lugar que nunca visitei antes.
Mas que me lembro sempre.
Como o sonho.
Só que viajo em tua mente.
A minha apenas expecta a tudo.
um Waking Life em vão.
Reféns da cortesia do universo.
Sou mais um desmaio no quarto escuro.
talvez no meio do transito de São Paulo.
Estilo ruptura escassa social caótica.
Já tendo feito lhe esquecer do que falava.
pensando em tudo menos o cheiro que já sente no palato.
devastando qualquer outra opção de vida.
senão essa .....
de me viciar na sua aura rosada e grimória de um passado obscuro.
pétalas de sangue continuam voando.
ao abandono, o adeus da vida antiga, olá aventura!
09 Julho 2008
Dança dos Arcanjos Metropolitanos [ou Investidas travadas ao lado de Mercenários ]
rapina nosso de cada dia
não nos exorcisaremos tornaremos-nos amigos...
explodiremos entre asas de uma poesia
sem palavra da ação das cores
o que necessário buscaremos uns aos outros
]voando.
Nomes?
Pessoas?
Rótulos?
todas essas bandeiras viciosas ficam pra trás
não acompanham nosso vôo
não sobrevivem ao respirar tão sutil ar
Postura e Elegância andando nas beiras de um Vulcão
com um copo de conhaque na mão.
10 Junho 2008
a Capa
Traves de cortiço me seguram.
Entre um cigarro e um grito.
Entre um erro de português, e um tropeço na quina.
Traga-me tuas roupas, nos seus contornos delicados.
Desenho arco-íris para diluir a vontade do seu pote de ouro.
No fim, não tem pote de ouro, tem controle da vontade.
Vontade que nasce como mais um homem no sertão nordestestino.
Para levantar e derrubar paredes, bater lajes, tomar cervejas em esquinas.
A partir de hoje foi o fim, não ando mais nessa estrada.
E essa capa que esconde meu rosto, e nega minha identidade a estranhos.
Não se veste sozinha.
Lá vou eu, andando pelo parque, pelos mercados.
E todos olham espantados, e se perguntam.
"Como aquele homem sem brilho nos olhos de capa negra faz tão belos vórtices de cor?"
E eu digo, esses halos são pra quem trabalha.
E não se sente digno mais do ouro...
[Felipe Galvan e sua velha capa negra novamente.]
09 Maio 2008
Cão de Rua
Em noites de solares postes regurgitando a suposta harmonia urbana.
Em noites de festas de bairros, que eu não entendia nada o que acontecia.
Amanhece e eu continuo andando alheio,
Vocês parecem mudar com os horários.
A Lua é minha amiga, e nunca larga seu posto ao meu socorro.
Vocês não enxergam-na como os poetas.
A Rua é companheira, me encharca com os restos da calçada.
Sua esquina guarda mistérios de rabos de saia não explorados.
Você me trouxe desgostos, mau gostos, agostos e tira-gostos.
À Tira-colo, na sarjeta, segui os Hare Krishna, dancei.
Esqueci um pouco que não era amado, apenas pela Lua que não vinha pra perto.
E no eclipse, vinha uma ansiedade que não sabia de onde.
Vomitava grama, rolava, o calor é intenso, nojento, aquela alma penada na
minha barriga gritava pra fugir, como um vinho quente aberto há três dias.
Azeda amarga amálgama, eu sou a carne de sol no dia seguinte.
Eu sou o dono que me abandonou,
o desfecho da estória,
O Cão, a Rua, o Sol amargo da ressaca.
As cores da coroa da esfinge.
Eu sou o Eclipse,
a ponta do seu sapato,
assino
[felipe galvan; o tenebroso irmão sem irmão, o abandono o inconsolado o sol negro da melancolia, a explosão, o exu, o anjo, o rei, o samba sem canção o soberano de toda a alegria que existia.]
20 Abril 2008
Onde está o Tártaro? Primeira Parte
Mal havia fechado a porta, Basílio o grita correndo no asfalto:
_J.L. “salvaê”. Cadê? Cadê?
Baixou a cabeça, fechando os olhos e trancando a porta:
_Humf...
_Aí truta tá de culundria?
_Hmm... _ Resmungou.
Ele usava camisa preta faltando um botão, Basílio comentou exaltado.
_Aí mano, posso chamar isso de “problema social”. Então tem aí ou não?
_Tem condição não.
_Vai chover cara, se eu fosse você, saia de guarda-chuva.
_Vai se foder Basílio!
_Ih J.L. parece até que alguém morreu.
_Ae Basa mais uma palavra e seus dentes vão parar na grama do vizinho.
_...
Alguém havia morrido sim, seu irmão Ramón. Ele queria sossego, cerveja, mais nada.
Silêncio de seu mau-humor ressonava no ambiente, era o único branco do bairro talvez, mas seu humor, parecia um vórtice que sugava as atenções de onde passa, silêncio brutal cortejando todo e qualquer tipo de encanto possível que as pessoas carregavam no seu caminho.
João Luiz, pobre de nascença, traços de um italiano periférico, nunca precisou de buscar nada mais de um metro de distância do próprio corpo pra formar aquela personalidade, na mais pura alegria de criança suga as atenções, com um quê tenebroso.
Nessa tarde chuvosa ele ia ao cemitério tocar violão ao lado do túmulo branco de Ramón entrando no ônibus, uma universitária daquelas que faz o mesmo trajeto a anos, uma figurinha repetida, um cérebro que trabalha por repetição, julgou J. L. Ela passou a mão no cabelo, ele a percebeu de relance, passou adiante não deixando nem seu silêncio gritante. Passou a catraca, olhou nos olhos do cobrador, não pagou, não lembrou e se lembrasse não pagava. Ele apresentou o documento que o tornava isento disso, o olhar. O cobrador fingiu que estava tudo bem, puxou o lenço do bolso misturado com dinheiro coçou o nariz.
Três pontos depois entra um sujeito todo de branco, um pagodeiro de cílios grandes, ao colocar um papel na lixeira, demonstrou gestos espaçosos, olheiras ativas, a maça do rosto parecia até suja de terra, e logo à frente do ônibus se assenta um sujeito com aparência árabe. J.L. olha a miséria do lado de fora, molhada pela chuva, que parece pouca pra tantas cãibras urbanas improvisadas ali, é um sobrado, e o filho casa, e faz mais um sobrado, até distender os nervos da cidade. Mais uma vez ele avistou aquela gostosa que fica na sua laje na altura da rua todo dia naquele horário, quando ela viu J.L. abaixou fingindo pegar algo no chão de shortinho curto e solto no corpo mostrando as dobras da bunda, J.L. olha apenas pra não humilhá-la publicamente, não quer saber de mulheres hoje, não quer saber de nada. Logo a frente chega um trecho perigoso que o motorista deve ir devagar, o solo erode gerando uma voçoroca e a rua Engenheiro Marciano Ferraz ao lado de um imenso barranco que sequer placa possui mas uma pedra famosa nas lendas urbanas que formigam no imaginário coletivo da falha de percepções, a pedra em forma de foice. Então o pagodeiro anuncia o assalto, e anda pelo coletivo como se fosse um guerrilheiro e um babaca no baile funk se achando o pegador de mulheres ao mesmo tempo, já se foi a época que os bandidos tinham estilo, esse cara deveria ser um office boy chocho andando por aí, sem vontade de estudar, e de nariz empinado que a velhice e falta de atividade mental logo tratariam de fazer descê-lo.
J.L. tratou de colocar sua carteira no canto do banco e ficar ali quieto com seu violão na capa, e tratou de se acalmar, o trocador já discava no celular e o sujeito árabe lhe deu uma coronhada, o celular caiu, o árabe pegou o no chão tirou a bateria e o jogou da janela, fez barulho na bananeira lá embaixo. Eles correram do ônibus quase que o pagodeiro cai de escorregão no barranco por causa do asfalto molhado misturado com terra, o motorista abre as portas uma senhora sai do chorando desesperada o cobrador o observa pegando sua carteira de volta, colocando o violão nas costas numa diferença de gestos em relação ao resto, a indiferença. O Cobrador gritava:
_Puta que pariu, nem acabei de pagar o celular.
J.L. ajeita seu cabelo maltratado e antes de descer do ônibus diz sem olhar:
_Tirou chinfra meu irmão, agora esse luxo tirou seu conforto de reclamar.
_ Puto, favelado, você não me escapa não cumpadi!
_Hmph,
Desceu do ônibus, a dona continuava chorando, ele abriu a carteira, tirou uma bala e entregou a ela:
_A vida é doce, minha senhora...
_Obrigada meu filho.
_Doce por pouco tempo.
Deu de ombros e seguiu o caminho inverso do ônibus, ele não queria voltar pra casa. Mas seguia, a rua tinha cheiro de terra molhada, era alta tinha uma paisagem bacana do arco-íris assaltando algumas varandas arejadas e vazias daquela tarde de terça-feira.
_Hum, vou ao boteco. _ falou sozinho.
Quando ouviu o ônibus partindo, olhou para trás, ele apenas arredava do barranco da foice, como era chamado nas região, atenção dos supersticiosos, então uma voz atrapalhada gritou:
_Ouuu, João Luiz !!! _ Ele se virou assustado, primeiro susto do dia. Era a mocinha da laje.
_Tá lembrado de mim não?
_Sim, você mostrou a bunda agora há pouco pra mim._ Ela riu como quem gostou.
_Nããão, estudamos na Franco Caldeira juntos no 3º ano lembra?
_Não.
_Ah João, fui tão carinhosa com você naquela última festa junina da sala você nem se lembra.
Então lhe ocorreu a cena do boquete no pomar deserto da escola à noite. Ele sempre quis saber quem era a moça, tinha bebido demais, não via o rosto, apenas se lembrava de um sorriso safado, e de olhos fixos cheios de vontade. Ela demonstrou a empáfia de abaixar a cabeça e olhá-lo nos olhos.
_Agora acho que me lembro, seu olhar me é familiar, perdão seu nome?
_Jana, Janaína.
_Ah Sim! Janaína, sim isso mesmo_ [cara, acho que ela nunca tinha me dito o nome]
_Como moramos no mesmo bairro por mais de quatro anos e não nos vimos?
_Esse bairro é estranho, esses bares, fliperamas, foices...
_ O que aconteceu com aquele ônibus? Tem polícia lá.
_Foi assalto.
_Como você está calmo assim?
_É que...
_Vamos, entre aqui, toma um café_ Ela pulou da laje e caiu como uma gata, o hábito faz o atleta do dia-a-dia, ele entrou, desceu as escadas encostou o violão do lado de fora na parte coberta e entrou na cozinha iluminada pelo cinza metálico das nuvens, boa janela de frente pra uma ribanceira, o Aglomerado São Sebastião parecia um buraco dali. Ela coava o café, com aquele shortinho vermelho, aquela bunda não era nada mal pensava João Luiz, ela notou o botão de sua camisa que faltava, deixou o café coando fumegante, deu a volta na mesa colocou as mãos nos ombros dele, e falou:
_Nossa você tá mesmo molhado, tira essa blusa, eu vou costurá-la.
_Não grila._Ela passou os braços pra frente e começou a desabotoar a camisa, chegou a boca ao pé do ouvido dele _ Claro que me preocupo, quero você vivo, circulando o sangue e bem quente, mas não de febre.
Isso trouxe lembranças de seu irmão, ele fechou os olhos e ouviu um barulho de pano, olhou para trás ela já estava sem blusa, com peitos médios que pesavam o bastante para causar a impressão que cedo ou tarde iriam arrebentar as alças daquele sutiã velho branco, como era um homem centrado logo esqueceu de seu irmão, e sentiu uma obrigação que dava mais cor ao dia cinza, não o papel de homem necessariamente, mas o papel de centrado. Levantou num pulo, pôs vontade naquele agarro, ela se transformou aos olhares insensíveis, e continuou a mesma pessoa para quem conhece bem as mulheres. Ela mordeu seu lábio ele freou o furacão nos olhos dela e disse com um sorriso no canto da boca:
_ você sabe que eu não gosto disso.
_tenho muitas coisas que você gosta.
Janaína entrou no quarto e puxou a cortina vermelha com desenhos de frutas que ficava no lugar da porta do quarto dela, o quarto era escuro, pobre, e vermelho por causa das cortinas da janela e da porta, a cama era dura, a vida também, ali foderam sem marasmo, sem solenidade alguma, apenas uma foda de perfil psicológico tântrico, ou seja não tinham tempo sequer de lembrar que um ônibus havia sido assaltado, ou que tinha café passado.
Ela saiu do conforto de dois corpos quentes para buscar um cinzeiro, João Luiz estava no meio do cigarro e não tinha aonde bater a cinza, ouvia-se passos, aproximavam, pisaram forte perto da janela derrubaram o violão de J.L. entraram na casa. Jana grita com os peitos de fora, ele pula da cama e corre, é o tal assaltante que parecia árabe, com seus olhos enormes, quase apostando corrida com seu nariz, João arma pra dar um soco, o árabe desvia e grita:
_Calma mano, me esconde, não to de sacanagem, tão querendo me matar.
_Cara, gostei de você, jogou o celular daquele babaca no barranco.
_Você tava lá então? Não se importa de eu estar armado?
_Teria mais medo de você pilotando um avião._Ele sorriu parecia ter um dente de ouro
_Sou filho de libanês, truta, tenho nada com isso não.
_Calma então os Ralibans tão vindo?
_Não sei se despistei, mas se eu continuasse esse caminho ia rolar, sangrar e morrer no meio das bananeiras, aconteceu isso com um tio meu, rolou uma duna abaixo com tanta violência e foi parar num cactus, não morreu com a queda, mas o cactus era venenoso, não quero que aconteça parecido comigo.
Pé na porta,
_é a polícia Filho da Puta! _ J.L pulou pro lado só de cuecas, o libanês pulou pro outro, deram de cara com a Janaína confusa, e segurando os peitos, boquiaberta, João quis rir, mas na hora entrou o trocador e apontou o Libanês e ao J.L.:
_São esse dois os malandros.
Vinham dois Pm´s os algemar, e quando o sargento foi entrar com o rádio na mão numa postura confusa e ereta tropeçou no violão caído na porta, seu 38 disparou, todos se assustaram então J.L. arrancou a arma do militar e a colocou em sua cabeça. O Libanês pegou a cabeça do outro PM e jogou contra a parede, Janaína pisou na mão do sargento ainda no chão, impedindo-o de sacar do revólver. O Libanês lutava contra o outro Militar, atordoado e sangrando pela pancada, João deu uma coronhada e tratou de desmaiar um dos Militares, Janaína chutou a cara do sargento, João pegou a arma dele na cintura, e apontou pro último que lutava:
_Tira essa farda!_ Ele acatou. Então desmaiaram o sargento, tiraram as fardas de todos, os amarraram, Janaína juntou alguns pertences, fugiram.
[Continua]
19 Abril 2008
Não me esqueço desse cristal que dança
Lento mas a todos alcança
Sem veneno nem pretensão
Com jeitinho de criança
Oferecendo o gosto do sol
Ao mais alto cume
Ao mais simples lamaçal
Ilumina o banquete
E a tapioca mais frugal
De trago em trago
De flor em flor
Favo de cores caridade sem favor
Esse mel é dito com certo fervor
Nas corriqueiras pontes da vida
Caminhos que nos levam
Para as estradas que trazemos
Bem amada comoção
Que foi corda dessa ponte
Aponta como uma flecha ao norte
Ou aponta ao sul com aleatória sorte.
Calça-me ao abismo da vida
Joga-me no caminho da morte
Com o horizonte sorrateiro me assusto
Sou tragado por um instinto divino
E logo dou meia volta astuto
Algo sinistro me vira à volta
Chamo a chuva que vem com luz e o derrete
Logo em breve essa mão me solta
Se eu dissesse malfazejos de meu pai
Será essa maldita mão aquela que me molda
Depois dessa tempestade da mente
Essa chuva se torna um arco íris
O arco íris se torna uma serpente
Protege-me como o olho de Hórus de Osíris
Persegue-me obediente
Mas no mínimo deslize do abrigo da mente
Sentirei no calcanhar seu veneno quente.
[felipe galvan]
10 Janeiro 2008
Feliz Ano Louco/Bonus Round/do Constrangimento ao Bar - Domingo 6 a Segunda 7 de Janeiro de 2008.
- Vó coloca aqui dentro.- Abri a mochila e ela falava do pano de prato de galo pro meu avô, e uma blusa que ela não comprou pra mim
- Vó coloca aqui dentro
- Não!!! peraí e essa blusa eu comprei pra outra pessoa, e tem sabonete pra sua avó, e cinquenta reais pra sua mãe e...
- Vó o ônibus passa daqui a cinco minutos
-Peraíi minino! Tem também esse pano pro seu avô.
-Uma gracinha o pano de galo, depois a Senhora me entrega não tenho mais tempo o próximo ônibus é só daqui uma hora. Tchau.- Saí correndo, minha Tia foi abrir a porta, eu estava no celular com Sarah, ela parecia deprimida, andei reunindo meus amigos que mais gosto pra xingá-los pois ficaram, chatos, fúteis e barulhentos, mas acho que ainda os amo, não pude despedir direito da minha Tia então corri pro ponto. Ouvi barulho de motor, Passou um ônibus, ARGH eu não poderia correr, meu coração parou......voltou a bater não era o 9411, era o 9211 que alívio. Números parecidos nos assustam.Logo o ônibus chegou, liguei pra Lily:
-Tô chegando.
-Tá onde?
-Subi no ônibus do outro lado da cidade e ele vai direto até aí e para perto da sua casa.
-Tá bom.
Desligou na minha cara como de costume.
Cheguei na casa de Lily, tava lá o Filho dela o Igor, parece um misto de pipoquinha e Tartaruguinha feliz.
[Felipe Galvan]
