A honra de um samurai no japão feudal [leia-se Bushidô] veio traduzida para nossa cultura como algo obsoleto [leia-se rede de globelezação] , mas ainda como a um sentimento ímpar e subjetivo que ocorre em supervariações culturais e ainda por cima é distorcido ou simplesmente alterado de forma amoral pela idiossincrasia [leia-se Personalidade, do Grego Persona=Máscara].
É a honra de fato sendo um auto amor desenvolvido é também frequentemente ligada a sentimentos de altruísmo em momentos que se abandona toda a lógica racional do dia a dia para um objetivo que transcende quaisquer prerrogativas individuais existenciais pré estabelecidas [leia-se Culture Label/detesto anglicismo mas ficou preciso pela interpretação dada pelo idioma].
Então fica meu conselho: antes de sair por aí lendo baixa literatura e auto-ajuda esperando milagres, leia boas coisas por mais tristes que sejam [leia-se enriquecer o vocabulário e a dinâmica do raciocínio com uma escrita que compartilha padrões mentais elevados] , e comece sendo útil para você mesmo de início.
...Comece agora mesmo lavando suas cuecas.
25 Junho 2009
24 Junho 2009
Luana e o Escritor fantasma
Luana, 22 anos..
A caminhada na avenida era um pedido do ortopedista devido à sua inflamação no joelho mais exatamente o tendão patelar. Numa quinta, com roupa de malhação, calça apertada e blusa branca e larga, na segunda volta alguém cutucou a pelas costas. Era Pedro seu ex, ele morava em outro bairro e estava passando por ali, que estranho.. Trocaram meia palavra "Oi como vai tudo bem?", se olharam com expressões de "te quero". Seguiram calados para o muro de um clube, ele a abraçou de um jeito " vem cá sua cachorra", eles se beijaram, acariciaram, e sem perceber já estava lá dentro. Passou um velho fazendo coopper e notando suas afobações ofegantes o corpo continuou a correr e o pescoço continuou pregado em direção a eles.
Ela chegou em casa todo suada, com uma dor imensa nas pernas por juncionar discrição com encaixe, útil ao agradável durante quarenta minutos sem se importar se alguém passasse olhando. Lembrou se da pergunta dele antes de se despedirem... "por quê não estamos mais juntos?"..
Ela chorou durante o banho e sabia que aquilo feito apesar de espetacular, era apenas um só momento de prazer sendo satisfeito, e no outro dia não teria um telefonema alegando saudades e querendo saber como ela estava. Mas Luana não se arrependeu.
[Felipe Galvan]
A caminhada na avenida era um pedido do ortopedista devido à sua inflamação no joelho mais exatamente o tendão patelar. Numa quinta, com roupa de malhação, calça apertada e blusa branca e larga, na segunda volta alguém cutucou a pelas costas. Era Pedro seu ex, ele morava em outro bairro e estava passando por ali, que estranho.. Trocaram meia palavra "Oi como vai tudo bem?", se olharam com expressões de "te quero". Seguiram calados para o muro de um clube, ele a abraçou de um jeito " vem cá sua cachorra", eles se beijaram, acariciaram, e sem perceber já estava lá dentro. Passou um velho fazendo coopper e notando suas afobações ofegantes o corpo continuou a correr e o pescoço continuou pregado em direção a eles.
Ela chegou em casa todo suada, com uma dor imensa nas pernas por juncionar discrição com encaixe, útil ao agradável durante quarenta minutos sem se importar se alguém passasse olhando. Lembrou se da pergunta dele antes de se despedirem... "por quê não estamos mais juntos?"..
Ela chorou durante o banho e sabia que aquilo feito apesar de espetacular, era apenas um só momento de prazer sendo satisfeito, e no outro dia não teria um telefonema alegando saudades e querendo saber como ela estava. Mas Luana não se arrependeu.
[Felipe Galvan]
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